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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Explicando as eleições para as crianças

Em escola, criança simula votação — Foto: Mariane Rossi/G1/Arquivo

05/10/2018

Às vésperas do 1º turno, especialistas dão três dicas para explicar as eleições para as crianças

Segundo especialistas, trazer este diálogo ajuda no desenvolvimento do pensamento crítico e prepara melhor para os medos futuros.

Por Gessyca Rocha, G1

Às vésperas do primeiro turno, a política está na TV, nas ruas, nas reuniões de família, nos grupos de mensagens. A curiosidade das crianças, pequenos futuros eleitores, pode servir de mote para as primeiras conversas sobre política.

O G1 ouviu especialistas e reuniu três dicas baseadas em conceitos que são importantes para os pequenos: opinião, consequência e participação.

As dicas ajudam pais a identificar interpretações equivocadas sobre como funciona o processo político e o que ele significa, diminuir a ansiedade e os receios acerca do futuro, e ajudar os pequenos a desenvolver pensamento crítico.

Opinião - democracia é divergência

É comum que, numa temporada de eleições, sentimentos fortes sobre questões políticas desencadeiem divergências acaloradas. Use a oportunidade para mostrar às crianças como as diferenças de opinião devem ser respeitadas, pois são fundamentais na democracia.

“A relação de amigo e inimigo é nefasta para a política. Se eu digo que o outro é um inimigo, eu não estou introduzindo a democracia para as crianças”, explica Márcia Dias, cientista política da Unirio.

Exemplo:

Mostre que há membros da família que torcem para times diferentes e, apesar disso, convivem em harmonia.

Compromisso e consequência

Embora as crianças ainda não possam votar, é importante explicar a elas como funciona o processo eleitoral e o que sai dele: a opinião de cada um conta e o resultado que sai das urnas afeta a todos.

“Uma das dicas que eu uso é evitar a adjetivação. É um caminho para trabalhar essa desconstrução, trabalhar nos papéis, falar o que é um presidente. Não é passar a imagem de que o candidato que voce escolheu não ‘ganhou’ e, por isso, você não irá acompanhar”, conta Pedro Markun, um dos autores do livro infantil ‘Eleição dos Bichos’, que chegou a ser pré-candidato em 2018 mas não está concorrendo a nenhum cargo nesta eleição.

Exemplo:

Mostre a seu filho (a) como fez a pesquisa para escolher um candidato – se foi por internet, rádio, televisão, conversa no trabalho – e quais são as ideias que ele tem sobre um tema de interesse dele, como a escola, por exemplo.

Importância de participar

Encontrar formas de mostrar que as decisões de quem foi eleito afetam a família é uma das maneiras de mostrar por que a escolha dos governantes é importante.

“Eles serão formadores de opinião no futuro, irão decidir o futuro da nação. Dizer a eles isso é demonstrar como essas decisões vão afetar diretamente a vida de outras pessoas”, diz a psicóloga e psicopedagoga Renata Yamazaki.

Exemplo:

Dependendo da idade da criança, compare o voto com uma varinha mágica, uma ferramenta poderosa, capaz de fazer o impossível possível.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com

Deputado estadual: conheça as atribuições deste cargo

Foto/Divulgação

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 4 de outubro de 2018

DEPUTADO ESTADUAL: CONHEÇA AS ATRIBUIÇÕES DESTE IMPORTANTE CARGO

Parlamentar fiscaliza as contas e orçamento governamental, além de propor leis em diversas áreas

De Redação 

O deputado estadual ou distrital é eleito pelo sistema proporcional para integrar a assembleia legislativa, o principal órgão do Poder Legislativo em cada estado — ou a Câmara Legislativa, no caso do Distrito Federal.

As funções dos deputados estaduais equivalem às dos federais, mas com aplicação no Estado que representa. Ou seja, propor leis estaduais e fiscalizar a atuação do governador são as suas principais atribuições.

O deputado apresenta nos órgãos governamentais e na própria Assembleia assuntos de interesse do segmento social ou da região que o elegeu. Ele também pode propor a destinação de recursos do orçamento estadual para os municípios.

Outra atribuição do deputado é a de julgar anualmente as contas prestadas pelo governador, fiscalizar a execução das ações da administração, como a execução orçamentária, contas e contratos.

No exercício do mandato, ele tem livre acesso às repartições públicas e pode fazer diligências pessoalmente nos órgãos de administração direta ou indireta.

O número de deputados estaduais, de acordo com a Constituição, corresponde ao triplo da representação do estado na Câmara dos Deputados para os estados que contam com até 12 representantes federais.

Nas bancadas com mais de 12 deputados federais, os 36 primeiros seguem essa regra, de 3 para 1. A partir daí cada deputado federal passa a equivaler a um estadual.

Por exemplo: com 8 deputados federais, Sergipe conta com 24 deputados estaduais em sua Câmara Legislativa. Já São Paulo, que possui 70 deputados federais, tem 94 representantes na Assembleia Legislativa: os 36 primeiros correspondentes a 12 federais na regra de 3×1; e os 58 restantes na regra de 1×1.

Os deputados são eleitos para um mandato de quatro anos podendo se candidatar à reeleição. A eleição é feita por voto proporcional – isto é, não basta ter a maioria dos votos para se eleger. É levado em conta os votos da legenda e o número de vagas conquistadas pelos partidos nas Assembleias.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

Quais são as atribuições do Governador no Brasil?

Foto: cfcengenharia/Divulgação

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 4 de outubro de 2018

QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES DO GOVERNADOR NO BRASIL?

Cargo é responsável por áreas sensíveis do Estado, como segurança pública e infraestrutura

De Redação

O governador ocupa o mais elevado cargo político no estado. Nos países com sistema federativo, como o Brasil, é função do governador administrar o estado e representá-lo em ações jurídicas, políticas e administrativas. Ele atua com o auxílio da respectiva Assembleia Legislativa (ou Câmara Legislativa, no Distrito Federal) e, para os temas de alcance nacional, da bancada federal — eleita para representar o estado na Câmara dos Deputados e no Senado.

O governador nomeia seus secretários, que lhe dão auxilio na administração das diversas áreas, tais como: de saúde, de educação, de segurança, de cultura, da Fazenda, agricultura, do abastecimento, da Previdência, do transporte, entre outras. Cabe a ele, também, nomear o comandante-geral da Polícia Militar e o chefe da Polícia Civil, sendo que estes respondem a autoridade do governador.

Em suma, os governadores têm atribuições semelhantes às do Presidente da República, só que na esfera estadual. Para representar os interesses dos seus estados, eles podem ter convênios com a União, com outros estados e municípios e com outros órgãos.

Na área da infraestrutura, os estados costumam gerenciar e investir em estradas, portos, saneamento básico e metrôs. Esse tipo de investimento é, muitas vezes, compartilhado com o Governo Federal. Em termos práticos, a ação governamental estabelece um processo de descentralização do poder político capaz de acelerar várias questões políticas, econômicas e sociais de âmbito regional e local.

Os principais órgãos responsáveis por fiscalizar as ações do governador, no exercício de seu cargo de chefe do poder executivo estadual são: as assembleias legislativas, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público

No Brasil, o governador tem um mandato de quatro anos, sendo eleito através do sistema de sufrágio universal, ou seja, é eleito o candidato que tiver 50% dos votos mais um, caso contrário, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

Qual o papel do Presidente da República?

O cargo de Presidente da República é a representação máxima da população.
Foto: Reprodução/Twitter

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 4 de outubro de 2018

QUAL O PAPEL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

No dia 7 de outubro um novo chefe de Estado será eleito; conheça as principais atribuições desse cargo

De Redação

No Brasil, o presidente é o representante máximo do povo. Cabe a essa figura comandar o chamado poder executivo, que tem como principal função administrar os interesses públicos, de acordo com a Constituição Federal.

Entre as tarefas do Presidente da República está a nomeação de ministros para compor o governo, a elaboração e administração da política econômica e a aplicação das leis aprovadas pelo Congresso Nacional.

O presidente também pode editar medidas provisórias em caráter de urgência e enviar projetos de lei para serem votados pelos deputados federais e senadores, assim como rejeitar total ou parcialmente as propostas que vem do Congresso. Como comandante supremo das Forças Armadas, ele também pode decretar estado de defesa e estado de sítio e intervenção federal.

Para se candidatar ao cargo de presidente é preciso ter mais de 35 anos, ser brasileiro e ter domicílio eleitoral no Brasil e ser filiado a um partido político. A duração do mandado é de quatro anos.


Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Quais são as atribuições de cada poder no Brasil?

Desfile de 7 de setembro, Dia da Independência Nacional, na Esplanada dos Ministérios,
 em Brasília (DF) / Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 28 de setembro de 2018

QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES DE CADA PODER NO BRASIL?

Com objetivo de garantir a democracia e participação popular, funções foram instituídas pela Constituição Cidadã de 1988

De Redação

A República brasileira é formada por três poderes: o executivo, o legislativo e o judiciário. Cada um atua em determinada área do Estado e não pode, pelo menos em teoria, interferir nas ações do outro. Mas, afinal, você sabe qual é a competência de cada um desses poderes?

Executivo

O Poder Executivo é representado pelo Presidente da República, pelos governadores dos estados e pelos prefeitos nos municípios. Entre suas funções estão administrar o governo, representar o Brasil no exterior, sancionar as leis aprovadas pelos deputados e deputadas e tomar decisões sobre a construção de equipamentos públicos, como hospitais e escolas.

Legislativo

O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional e pelas Assembleias Legislativas estaduais. Ele carrega a missão de fiscalizar as medidas e ações tomadas pelo Poder Executivo, além de criar e aprovar leis em benefício da população.

Judiciário

Já o Poder Judiciário é composto por diversos tribunais. A instância máxima de sua decisão é o STF, o Supremo Tribunal Federal. Sua principal função é garantir o cumprimento das leis no país e o respeito à Constituição. Ele também é o responsável por administrar a Justiça no país e tomar decisões sobre conflitos entre grupos e pessoas da sociedade.

O Poder Judiciário é o único que não tem seus representantes eleitos pelo voto do povo, o que leva a muitas críticas. Alguns representantes são eleitos por concursos públicos e os cargos mais altos da estrutura são nomeados pelo Presidente da República, após aprovação dos senadores.

Nas eleições gerais de 2018, os brasileiros e as brasileiras serão responsáveis por mudar o caráter dos poderes executivo e legislativo, elegendo o novo presidente ou presidenta da República, os governadores, os deputados federais e estaduais e dois terços do Senado Federal.

A divisão entre os poderes não é exclusiva do Brasil, está presente em muitos outros países pelo mundo e nasceu com o objetivo de impedir a concentração do poder e possíveis abusos de autoridade.

No Brasil, a separação dos poderes foi adotada pela primeira vez na Constituição de 1824, pouco após a independência nacional. Mas, foi a Constituição Cidadã de 1988, conquistada pelo povo logo após o fim da ditadura militar e que completa 30 anos neste ano, que instituiu as funções atuais de cada poder. O objetivo, já na época, era fortalecer a democracia brasileira e o direito do povo de participar das decisões.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Senador: O que faz o parlamentar eleito para o Senado


Imagens reproduzidas do Google e postadas pelo blog

Senador: O que faz o parlamentar eleito para o Senado

Nas eleições deste ano, cada eleitor pode votar em até dois senadores.

By Paulo Amaral

As eleições gerais de 2018 servirão não apenas para eleger novos governadores, deputados e o presidente da República. Quem for às urnas no dia 7 de outubro também apertará os botões para escolher 2 representantes no Senado Federal.

O que talvez muitos não saibam são os detalhes da função que os 81 senadores efetivamente realizam na política brasileira.

O senador é um agente político eleito por meio do voto direto para compor o Parlamento por um mandato de 8 anos e para representar um estado ou unidade da federação (no caso do Distrito Federal).

Um modo mais simples de definir o trabalho de um senador é dizer que ele é uma espécie de "fiscal" do presidente da República.

Os senadores têm funções semelhantes às executadas pelos deputados, pois ambos atuam na criação de leis e na fiscalização dos atos do presidente da República.

Cabe ao Senado também a aprovação de impeachment de presidentes, como ocorreu com Fernando Collor de Mello, em 1992, e Dilma Rousseff, em 2016.

Quanto ganha um senador?

O salário dos senadores gira na casa dos R$ 33 mil, sem a inclusão do auxílio-moradia e de outros benefícios, tais como 13º, 14º e 15º salários.

Os senadores também têm verbas especiais destinadas para a contratação de funcionários, auxílios médicos e odontológicos.


Texto e vídeo reproduzidos dos sites: huffpostbrasil.com e youtube.com